Com palestras de Walter Aranha Capanema e de Rodrigo Reis Mazzei, a Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse) encerrou, na tarde da última sexta-feira, 25/11, a Jornada Jurídica e Solidária em comemoração a seus dez anos de existência. Durante o evento, os alimentos doados pelos participantes foram entregues, por intermédio da Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), a representantes do Abrigo Caçula Barreto, que assiste crianças e adolescentes em Aracaju.
“Estamos felizes e agradecemos a cada um dos presentes e a nossos palestrantes por celebrarem conosco esses primeiros dez anos de Ejuse. A escola permanecerá desenvolvendo suas atividades com o objetivo de capacitar magistrados e servidores do TJSE e toda a comunidade jurídica sergipana com a realização de treinamentos, cursos, palestras e outros eventos afins”, comentou a Diretora da Ejuse, Desembargadora Iolanda Santos Guimarães.
No primeiro dia da jornada, 18/11, o Advogado do Espírito Santo, Marcos Vervloet Dessaune, e o Juiz Federal da Bahia, Fábio Roque Araújo, palestraram respectivamente sobre os temas ‘A nova jurisprudência brasileira baseada na Teoria do Desvio Produtivo do Consumidor’, e ‘Standards Probatórios no Processo Penal’.
No segundo dia, 21/11, os presentes assistiram às palestras do Juiz Federal da Bahia, Dirley da Cunha Júnior, que falou sobre o tema ‘Limitações e Restrições a Direitos Fundamentais’, e do Doutor em Direito Civil do Rio de Janeiro, Vitor de Azevedo Almeida Junior, que falou sobre ‘Proteção do Vulnerável: violências tradicionalmente desconsideradas’.
Nesta sexta-feira, 25/11, os participantes prestigiaram as exposições do Advogado, Consultor e Professor, Walter Aranha Capanema, que falou sobre os ‘Golpes na Internet’, e do Professor Doutor e Advogado Rodrigo Reis Mazzei, que abordou o tema ‘Planejamento Sucessório’.
Prestigiaram a Jornada Jurídica e Solidária da Ejuse estudantes universitários, advogados, servidores, magistrados e desembargadores do TJSE, a exemplo da Desembargadora Ana Lúcia Freire de Almeida dos Anjos, que é também Presidente do Conselho Administrativo Pedagógico da Ejuse e Vice-Presidente do TJSE.
A jornada teve o propósito de incentivar o estudo e o debate de temas jurídicos atuais e relevantes, estimular o aprimoramento do conhecimento do Direito em Sergipe, e promover atualização e capacitação de servidores, magistrados e demais operadores do Direito que participaram.
Solidariedade
Com seu caráter solidário, a Jornada Jurídica conseguiu arrecadar 117 quilos de alimentos não perecíveis. Durante o evento, a Ejuse e a CIJ realizaram a entrega dos mantimentos a representantes do Abrigo Caçula Barreto, que faz parte Rede de Atenção à Criança e ao Adolescente no âmbito dos municípios sergipanos.
“Gostaríamos de agradecer a todos os que fazem a Ejuse e a CIJ por essa doação oportuna. É uma ajuda muito importante para a unidade de acolhimento. Que Deus abençoe a todos que contribuíram para este gesto de generosidade”, agradeceu a Coordenadora do abrigo, Meiry Ane Nei Bonfim de Santana.
Relembre
A Escola Judicial de Sergipe foi criada pela Lei nº 7.520 de 27.12.2012. A Ejuse é órgão integrante da estrutura administrativa do TJSE e é resultante da unificação das extintas Escola da Magistratura (Esmese) e da Escola de Administração Judiciária (Esaj).
Ao longo dos anos, a Ejuse vem inovando e consolidando conquistas, dentre elas, destacam-se: a obtenção do credenciamento junto ao Conselho de Educação de Sergipe para oferta dos cursos de pós-graduação lato sensu; o modelo do Curso Oficial de Formação Inicial de Magistrados; a virtualização da Revista da Ejuse e a modernização de seu processo editorial; constante formação e qualificação de seu corpo docente; realização de parcerias com outros setores do TJSE, bem como com instituições diversas.
Em constante evolução, a Ejuse segue firme em seu propósito de promover a formação integral de seus alunos, ofertando cursos de qualidade, com um corpo docente qualificado, visando a educação de excelência, a especialização, o aperfeiçoamento, a atualização de magistrados, de servidores e da comunidade jurídica e acadêmica local.




