Cerca de 25 mil processos relativos a 13 Varas Cíveis tramitam na Central de Processamento Eletrônico (CPE) do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE). Um trabalho que exige dos quase 50 servidores muita concentração e dedicação. Para harmonizar uma equipe tão grande e humanizar o trabalho, o setor criou projetos voltados à cultura, o ‘Tertúlia’; e à literatura, o ‘Liberte um Livro’. Na manhã de hoje, 24/08, em comemoração ao Dia do Folclore, celebrado na última segunda-feira, houve apresentação teatral intitulada ‘A morte do matador’.
“É importante a gente preservar e manter viva sempre a cultura brasileira. E esse momento é mais um que vem concretizar nossa harmonização e deixar o trabalho na CPE mais leve e alegre. O companheirismo é a marca registrada de todos que compõem essa equipe”, ressaltou Gizelda Cardoso, Chefe da CPE, explicando que o Projeto Tertúlia é realizado uma vez ao mês.
Como agosto é o mês dedicado ao folclore, hoje foi a vez de os servidores da CPE assistirem a uma peça tipicamente nordestina. Na encenação, o ator Cesar Leite foi Bertulino, matador de aluguel que abandona o ofício por amor a Maria, interpretada pela parceria de palco, a boneca Genoveva. “Só a compreensão, a tolerância e o amor pelo próximo tudo resolve. Então, esse homem destemido e impiedoso quando olha para Maria não consegue ser mais um matador”, disse o ator ao final da peça.
A Juíza-Corregedora Dauquíria Ferreira prestigiou a apresentação e elogiou a iniciativa do setor. “Acho extremamente importante um momento assim para congregar servidores que trabalham sempre muito ligados a processos. É necessário parar um pouquinho e se dedicar a algo diferente. Assim, hoje comemoramos o Dia do Folclore, que nada mais é do que uma manifestação da cultura de um povo, nossa identidade social”, salientou a Juíza.
A apresentação contou ainda com a participação da servidora Alessandra Teófilo, que além de técnica judiciária lotada na CPE é atriz. “Depois da pandemia, criamos o Projeto Tertúlia, que é como um sarau, no qual trazemos poesias, textos, músicas para refletirmos juntos. Temos um volume enorme de processos e esses são momentos de descontração. Este mês, fizemos uma homenagem ao nosso folclore”, salientou Alessandra.
“Trabalhamos muito concentrados. Quando trazemos arte aqui para dentro, humanizamos o ambiente”, acrescentou o servidor Manoel Belarmino. A também técnica judiciária lotada na CPE, Emille Casali, concordou com o colega. “É um momento no qual a gente relaxa, sai um pouco daquela seriedade do trabalho e aprende outras coisas. Hoje, achei a apresentação fantástica porque as manifestações folclóricas precisam ser preservadas”, considerou Emille.
Liberte um livro
A Central de Processamento Eletrônico (CPE) ainda criou o Projeto Liberte um livro. “Trazemos livros e deixamos aqui em uma mesa, à disposição para todos colegas”, informou Gilzelda Cardoso. Também iniciado pós-pandemia, o projeto contempla a troca de livros de autores de renome nacional e sergipanos. “A leitura é um elemento transformador. Por isso, trocamos livros, revistas e plantamos a semente da boa leitura”, acrescentou Alessandra.
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