Disseminar a cultura da inovação no âmbito do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) é um dos objetivos de uma maratona realizada na manhã desta segunda-feira, 08/08, na Escola Judicial de Sergipe (Ejuse). O tema, que faz parte do plano da gestão 2021-2023, no Eixo Transformação Digital, foi debatido por servidores de diversas áreas, sob coordenação da Diretoria de Inovação Judiciária, que integra a Secretaria de Tecnologia da Informação do TJSE.
“Essa oficina é composta por representantes de vários setores do Tribunal, que se inscreveram para isso. São colegas da área jurídica, administrativa e até mesmo da engenharia, que se revestiram da ideia do que seja inovação. Precisamos inovar porque as organizações públicas que não inovam não prestam seu serviço essencial de forma mais próxima ao cidadão. Vivemos hoje num mundo em que o cidadão tem tudo no celular e a Justiça tem que se adequar a essas mudanças para satisfazer à sociedade”, ressaltou Denise Martins, Secretária de Tecnologia da Informação do TJSE.
A primeira parte da maratona foi teórica e levou aos participantes temas como ‘o que é inovação’ e ‘design thinking’. O Diretor de Inovação Judiciária do TJSE, Thiago Porto, explicou que os Tribunais passaram a investir ainda mais no tema após a Resolução 395/2021, publicada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que instituiu a Política de Gestão da Inovação no âmbito do Poder Judiciário.
“A maratona tem dois enfoques. Primeiro, a formação de laboratoristas para atuarem na área de inovação. O segundo enfoque é um trabalho de mão na massa mesmo, no qual os participantes produzem protótipos de solução para as atividades que desenvolvem no dia a dia. A ideia é sair com resultados concretos que vão melhorar o trabalho deles no Tribunal daqui para frente”, explicou Thiago Porto.
Ele ainda explicou o que é design thinking. “É uma outra forma de visualizar os problemas, priorizando a colaboração entre as pessoas, a criatividade e novas formas de pensar, onde não há limites para o pensamento, não há conceito de certo e errado. São elencadas todas as possibilidades de solução e, a partir daí, dentro da limitação da instituição, decide-se o que é possível aplicar”, esclareceu o Diretor de Inovação.
Um dos participantes foi Charlton Almeida, analista de sistemas e chefe da Divisão de Planos e Programas do TJSE. A mesa da qual ele participou discutiu o tema Advogado Dativo. “É um tema que precisa ser agilizado dentro do Tribunal e eu acho que essa maratona está sendo uma oportunidade para chegarmos a soluções mais práticas e rápidas. Eu gosto muito dessa área de planejamento de projetos e creio que vamos chegar a fluxos operacionais mais ágeis ao que precisamos fazer, que é levar justiça ao cidadão”, opinou o analista.
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