Foi realizada na manhã desta segunda-feira, 04/10, mais uma edição do Projeto Doação no Judiciário, uma parceria entre Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e Centro de Hemoterapia de Sergipe (Hemose). Servidores do Judiciário se cadastraram e puderam doar sangue no Centro Médico do próprio Tribunal, localizado no Anexo I do Palácio da Justiça. Durante toda a manhã, foram realizadas mais de 30 coletas de sangue.
Uma das doadoras foi a Diretora do Centro Médico do TJSE, Luciana Nobre. “Essa campanha vem sendo executada pelo Tribunal há alguns anos. Infelizmente, tivemos que suspender, em 2020, em razão da natureza do distanciamento social. Mas agora, com a retomada dos trabalhos presenciais e estabilizados os casos da Covid-19, foi retomada a coleta externa. Hoje, estou aqui fazendo meu papel de cidadã e colaborando para recuperação de algumas pessoas”, salientou Luciana. Cada doação de sangue pode salvar até quatro vidas.
Quem também aderiu ao projeto foi a estagiária de Serviço Social Fabiana da Silva, que atua no Setor de Perícias do TJSE. “Eu soube da doação através da página do Tribunal. Sou doadora no Hemose há dois anos e acho muito importante porque é uma atitude que salva vidas. É muito tranquilo, não dói nada”, disse Fabiana. O servidor que doou sangue terá um registro de elogio em sua ficha funcional.
O Presidente do Poder Judiciário, Desembargador Edson Ulisses Melo, visitou o Centro Médico e conversou com alguns doadores. “Com essa parceria, estamos valorizando a cidadania, uma vez que doar sangue é um ato de amor. Sergipe tem no Tribunal de Justiça um parceiro na busca dessa solidariedade em prol de toda sociedade”, salientou o Presidente.
Quem também compareceu ao local foi Luciana Déda, Presidente do Instituto Parreiras Horta, órgão estadual que administra do Hemose. “Essa parceria com o Tribunal de Justiça é crucial, principalmente nesse momento em que estamos saindo de uma pandemia, onde houve a baixa nos estoques. Essas coletas externas têm nos dado o suporte para que possamos atender toda rede hospitalar do Estado. Sangue não se fabrica, não se vende. É ato de amor”, destacou Luciana Déda.
A Organização Mundial de Saúde preconiza que um percentual mínimo entre 3% a 5% da população seja doadora, mas no Brasil o índice é de apenas 1,9%, considerado muito baixo.
Os requisitos mínimos para doação de sangue são: ter entre 16 e 69 anos de idade; pesar acima de 50 kg; estar saudável; estar bem alimentado; ter dormido no mínimo seis horas na noite anterior e estar com um documento de identificação com foto. O Hemose está localizado à rua Quinze, s/n, bairro Capucho, em Aracaju (SE). O telefone é o (79) 3225-8000.