Foi realizada no final da manhã de hoje, 12/05, a última de dez reuniões do Projeto Coaching em Grupo, oferecido pelo Centro Médico do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e que tem como gestora a Assistente Social e Coach Maria Edivaní Panta. Os oito participantes tiveram encontros virtuais sempre às sextas, com duas horas de duração cada. O objetivo principal do projeto, criado em 2019, é a melhoria da qualidade de vida sob vários aspectos do ser humano. Em breve, serão abertas inscrições para novas turmas.
Conforme Edivaní Panta, inicialmente são realizadas entrevistas com o objetivo de delinear o perfil de cada um e assim o do grupo, na perspectiva de construir os temas a serem tratados nos encontros de acordo com os objetivos individuais e coletivos. “Nesse grupo, falamos sobre expansão da consciência; desafios da vida, como relacionamento, saúde, dinheiro e autoestima; perdão e espiritualidade, entre outros. A ideia é que o coach motive cada um a atingir seus objetivos na área pessoal e profissional”, informou Edivaní, que também oferece aos participantes dicas de filmes e livros.
A Diretora do Centro Médico do TJSE, Luciana Nobre, saudou os participantes no início do último encontro. “Essa pandemia da Covid-19 tem imposto a nós grandes desafios. E o Centro Médico do Tribunal está sensível a isso, oferecendo atendimento remoto nas áreas de psicologia, fisioterapia, assistência social e médica aos servidores e magistrados, como forma de preservar a saúde física e mental de todos. Esse grupo, por exemplo, é uma forma de mantermos os vínculos afetivos e coletivos, além de se constituir uma excelente contribuição para a otimização da saúde dos servidores e magistrados”, ressaltou a médica, lembrando que também está sendo realizado o monitoramento dos servidores com coronavírus.
Resultados
Quem participou do grupo diz que os resultados foram muito positivos. É o caso da servidora Mônica Ferreira, escrivã do 4o Juizado Cível. “Quando me inscrevi no curso, pensei que o aprendizado poderia ajudar a melhorar meu trabalho. Mas já na entrevista percebi que o objetivo seria ampliado porque o grupo trouxe ferramentas para minha vida pessoal. Estou vivendo um processo valoroso de uso de ferramentas que foram apresentadas aqui”, elogiou Mônica.
Já a assistente social Cristiane Nunes, lotada na Vara de Execução de Medidas e Penas Alternativas (Vempa), disse que aprendeu com o grupo a se reorganizar. “Com o que aprendi aqui, passei a analisar o todo e não só focar no problema. A gente também discutiu muito o amor de maneira ampla. Tivemos partilhas emocionantes, que nos mostraram que acumular ressentimentos só nos faz mal”, destacou Cristiane.