Aconteceu nesta sexta-feira, dia 16/08, a 34ª Reunião de Análise Estratégica (RAE), segundo encontro do ano de 2019. A abertura foi feita pelo Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), Desembargador Osório de Araújo Ramos Filho, que enfatizou a importância das reuniões na definição dos rumos do Poder Judiciário.
“O Tribunal já tem uma tradição nesse Planejamento Estratégico que, inclusive, tem colocado o Judiciário de Sergipe em destaque perante outros tribunais, porque os resultados são extremamente positivos. O TJSE faz planejamento, cumpre e faz com que possamos ter uma administração segura e darmos passos largos, mas com uma orientação que foi previamente trabalhada, estudada e apresentada por todos os setores que fazem parte de grande Comitê”, salientou o presidente.
Durante a reunião, foi exposta a previsão dos custos dos projetos estratégicos, incluídos nos 11 Macrodesafios, para 2020, ano em que se encerra o ciclo do Planejamento. “Estamos no momento de definição e fechamento do nosso Plano Estratégico, cujo ciclo se encerra em 2020. Os gestores apresentam suas metas, as quais precisam ser orçamentadas, para que o Tribunal possa trabalhar, inclusive destinando verbas para o atendimento das pretensões contidas nos macrodesafios. Estamos definindo as medidas que levarão o Tribunal a cumprir o plano definido há cinco anos e a projeção no novo planejamento para mais cinco anos”, acrescentou o Presidente do Comitê Gestor, Desembargador Edson Ulisses de Melo.
Também houve a atualização acerca do Projeto Portal de Inteligência e Exploração de Dados e, ainda, foram apresentados dois novos projetos que serão incluídos ao Plano Estratégico: o de Gestão de Custos e o de Implantação, Difusão e Formação da Política de Justiça Restaurativa do TJSE. De acordo com o Juiz Haroldo Rigo, gestor do projeto da Justiça Restaurativa, o objetivo é estruturar todas as ações, as já desenvolvidas e as futuras, no âmbito do Judiciário sergipano.
“O projeto prevê, inicialmente, um acolhimento e uma coordenação estruturada dos diversos projetos e ações de Justiça Restaurativa, alguns que já estão acontecendo e outros que vão ser demandados. A matéria é meta, hoje, do CNJ, então, todos os tribunais estão se envolvendo com a prática da Justiça Restaurativa e localmente, já identificamos que o sistema tradicional de Justiça não é capaz de solucionar um conflito, a demanda que está por trás do conflito; e Justiça Restaurativa propõe um diálogo em que se ativa a voz da vítima, uma interlocução horizontalizada, uma perspectiva de respeito e de inclusão”, explicou o magistrado.
O Comitê Gestor do Planejamento Estratégico do TJSE continuou a análise dos indicadores e a verificação sobre o cumprimento das ações planejadas para atender aos Macrodesafios. O Diretor de Planejamento Felipe Prudente mostrou que três macrodesafios (Governança Judiciária, Garantia de Direitos do Cidadão e Aperfeiçoamento da Gestão de Custos) já estão com 100% das metas traçadas cumpridas, com projeções de cumprimento dos demais.
“A reunião foi produtiva e eficaz, uma vez que os gestores já têm uma experiência grande com a administração pública e por isso, compreendem com mais facilidade algumas demandas. Podemos acompanhar novamente todos os indicadores, com uma expectativa positiva de alcance das metas. Hoje, foram apresentados dois novos projetos que foram aprovados e o acompanhamento de um projeto extremamente relevante, o do Portal da Inteligência de Dados, que permitirá um controle estatístico melhor não só para a Gestão, mas para servidores e magistrados”, ponderou Felipe.




