Segunda, 01 Julho 2019 11:40

Magistrados participam do I Fórum Nacional das Corregedorias em Brasília

Aconteceu em Brasília, no auditório do Conselho da Justiça Federal (CJF), nos dias 26 e 27 de junho, o I Fórum Nacional das Corregedorias (Fonacor), promovido pela Corregedoria Nacional de Justiça. Do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), participaram a Desembargadora Elvira Maria de Almeida Silva, Corregedora Geral da Justiça, o Desembargador Diógenes Barreto e a Juíza Corregedora Brígida Declerc Fink.

O objetivo do Fonacor é discutir e apresentar soluções e projetos para o enfrentamento dos desafios dos corregedores federais, eleitorais, trabalhistas, militares e estaduais ante a realidade atual do Poder Judiciário. O Ministro Dias Toffoli proferiu a conferência magna de abertura, com o tema ‘O CNJ e os desafios do Poder Judiciário no Século XXI’. “De nada serve um Judiciário fortalecido, dinâmico, ágil se nada disso for capaz de ajudar a tornar o indivíduo um cidadão – a ser desse modo, teríamos falhado, ao fim”, disse o ministro.

Já o Ministro Humberto Martins, Corregedor Nacional de Justiça, falou sobre ‘A corregedoria como órgão de orientação’. Ele disse que o país tem um volume de 80 milhões de processos judiciais e uma força de trabalho composta de 18 mil magistrados e cerca de 450 mil pessoas, entre servidores, estagiários, terceirizados e voluntários.

Para ele, em tempos de crise, principalmente diante dos limites para a expansão do Poder Judiciário, a solução está no aperfeiçoamento da gestão e na busca por mecanismos para imprimir maior eficiência na prestação do serviço jurisdicional. “Conseguir fazer mais com menos”, disse Humberto Martins.

Durante as oficinas de trabalho, as corregedorias estaduais, divididas por áreas de atuação, foram ouvidas pelo Ministro Humberto Martins e pelos juízes auxiliares da Corregedoria Nacional. Na oportunidade, os magistrados puderam expor dificuldades enfrentadas em seus Estados, sugerir melhorias e tirar dúvidas a respeito de decisões e atos da Corregedoria Nacional.

Ao final do evento, foi assinada a Carta de Brasília, na qual os corregedores de todo o país se comprometeram em levar para os seus Estados todo o conhecimento adquirido no evento e a colocar em prática as deliberações decorrentes do que foi debatido.

Com informações e imagens da Corregedoria Nacional de Justiça - CNJ