Aproximar o Judiciário da sociedade e permitir que estudantes conheçam a estrutura do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) são dois dos objetivos do projeto Formando Cidadãos. As seis visitas realizadas este mês – nos dias 5, 6, 7, 13, 14 e 19 – resultaram em um total de 163 alunos, todos do ensino médio das escolas estaduais Arício Fortes, localizada no bairro América, e Centro de Excelência Professor José Carlos de Sousa, do bairro Salgado Filho, ambas em Aracaju.
Durante as visitas ao Palácio de Justiça Tobias Barreto, que fica na Praça Fausto Cardoso, Centro da capital, os estudantes conheceram o Tribunal Pleno, as Câmaras Cíveis e Criminal, assistiram a um vídeo sobre a estrutura e a atuação do Judiciário sergipano e participaram de um júri simulado. “As visitas foram muito produtivas e os alunos ficaram maravilhados com a estrutura e com a engrenagem da máquina judiciária, demonstrando, alguns deles, interesse na carreira jurídica”, comentou Juliana Barretto, Diretora do Memorial do Judiciário.
“Tanto os alunos quantos os professores ressaltaram a hospitalidade dos servidores envolvidos no projeto, como também perceberam a proximidade do Direito com as relações sociais do dia-a-dia”, completou Juliana. Organizado pelo Memorial do Judiciário, o projeto conta com a parceria de outros setores do TJSE, a exemplo da Secretaria Judiciária, Diretoria de Comunicação e Divisão de Planos e Programas.
Para Luciana Barreto, servidora lotada no Memorial do Judiciário, o projeto é benéfico não só para os estudantes, mas também para os integrantes do Judiciário. “Deles retiramos o melhor, a pureza, a sinceridade, a perspicácia e o deslumbramento pelo desconhecido. Doamos conhecimento e a motivante biografia do nosso patrono, Tobias Barreto. Mas também semeamos sonhos, estimulando-os a uma vida vocacionada, voltada para o conhecimento”, ressaltou.
“Eles saíram com a certeza de que o Tribunal de Justiça de Sergipe é o órgão garantidor dos direitos da sociedade, que é acessível porque é a casa do povo. Creio que a fascinação em ocupar papéis no júri simulado e o encontro com Desembargadores togados mudou a visão de mundo desses jovens. Esse projeto possibilita que eles refaçam a ilusória imagem de estarem num púlpito inatingível da sociedade”, concluiu Savéria Quaranta, também servidora do Memorial.




