O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), através do Arquivo Judiciário, participou II Seminário do Arquivo do Judiciário, realizado entre os dias 17 e 19 de outubro, em Maceió, Estado de Alagoas. O evento foi uma parceria entre a Escola Superior da Magistratura (Esmal) e o Grupo de Estudos em Antropologia Crítica (Geac) da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), e teve como tema “Acervos, experiências de pesquisa e fontes históricas judiciais”.
O TJSE foi representado pela chefe da Divisão do Arquivo Documental, Alessandra Curvello Dósea, que proferiu palestra sobre os desafios para a concretização do acesso aos Arquivos de Justiça. “Estamos à beira da implantação da digitalização de todos os documentos, não só os históricos, mas todos aqueles que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recomenda que sejam de guarda permanente”, afirmou.
Ainda segundo ela, diversos tribunais estaduais e federais têm se empenhado no mesmo objetivo, que é o de dar a estudantes, pesquisadores, partes dos processos, e mesmo aos curiosos, o acesso sobre a história de sua própria vida, de seu povo, que está guardada dentro das salas de arquivo do Judiciário.
Suliane Barros Leal, diretora do Arquivo Judiciário de Alagoas e organizadora do seminário, explicou que a sua primeira edição, que ocorreu no ano passado, foi o marco do início do processo de abertura do acesso aos documentos históricos do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL). “Para lograrmos êxito na nossa tarefa, também temos que pensar na capacitação de pessoa e é por isso que vamos oferecer, nos próximos dois dias, oficinas de restauração e conservação documental ministradas por Dalmariz Pugliese, que é uma das poucas profissionais daqui do Estado que possui esse tipo de conhecimento”, explicou Suliane.




