Em comemoração à Semana do Folclore, acontecerá no Fórum Gumersindo Bessa, em Aracaju, entre os dias 21 e 23 de agosto, uma feirinha de artesanato e comidas típicas, em parceria com a Fundação de Cultura e Turismo João Bebe-Água (Fundact).
No dia 22, quarta-feira, Dia do Folclore, às 9 horas, haverá apresentação do grupo Caceteira do Mestre Rindu. Já no Arquivo Judiciário, também no dia 22/08, às 9 horas, será realizada uma roda de ‘Contação de história’, em parceria com o Memorial do Poder Judiciário e com a participação de alunos do 4º ano da Escola Zelda Gama.
O objetivo dos eventos é valorizar a cultura sergipana, por meio de ações que reforçam a responsabilidade social do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE), compartilhando esses valores com toda a estrutura organizacional. Tal iniciativa auxilia o cumprimento do macrodesafio de Garantia dos Direitos da Cidadania, ratificando o compromisso do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) com seus valores estratégicos. Também durante toda a semana, ilustrações de grupos folclóricos de Sergipe estamparão os papéis de parede dos computadores do TJSE.
“Vamos associar a comemoração pelo Dia do folclore à atividade do programa "Formando Cidadãos", que visa trazer estudantes de escolas públicas e privadas para espaços do Poder Judiciário, como forma de integração e compartilhamento de conhecimento”, disse a Diretora do Memorial do Judiciário, Juliana Barretto. Ela lembrou que “o patrono do Memorial, Sílvio Romero, tem relação direta com o folclore, pois é uma das figuras que mais propagou esse tema no Brasil, tendo publicado vários livros”.
O Chefe da Divisão de Planos e Programas, Thyago Avelino Santana dos Santos, acrescentou que a comemoração “é uma ação fundamental e faz parte do Macrodesafio de Garantia dos Direitos de Cidadania, que tem por gestora a Juíza Iracy Mangueira, sobre valores de humanização, integração e responsabilidade social.
Tradição
O grupo Caceteira do Mestre Rindu é um folguedo popular com apresentações tipo cortejo, típica do período junino. Entoa cantigas populares animadas por zabumba, ganzá e cuíca. Homens e mulheres vestem roupas coloridas e quadriculadas com chapéus de palha. O nome do grupo lembra o processo artesanal de sova do couro dos instrumentos de percussão e o próprio batuque à base de cacetes.
Em São Cristóvão, a dança tinha como mestre José Gonçalo dos Santos, Mestre Rindu, falecido em agosto de 2016. Atualmente, tem como Mestra a esposa dele, Maria Acácia Santos. O grupo é composto por cerca de 30 brincantes e as apresentações duram em torno de uma hora. A tradição tem mais de 150 anos.




