Quarta, 11 Julho 2018 07:16

Capacitação para Programa de Apadrinhamento é realizada em Estância

A Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ) do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) realizou em Estância, nos dias 16/06 e 06/07, uma capacitação para o Programa de Apadrinhamento, que está sendo implementado no município desde a aprovação da Lei Municipal 1.940/17, pela Câmara de Vereadores. A atividade foi realizada por técnicos da CIJ, a convite do Juízo e da Promotoria da 2ª Vara Cível de Estância, tendo como participantes a coordenação e equipe técnica da Casa Acolhedora Zilda Arns, Conselheiros Tutelares e Conselheiros dos Direitos da Criança e do Adolescente.

 

A Lei Municipal 1.940/17 estabelece que a execução do Programa de Apadrinhamento caberá à coordenação e equipe técnica da Casa Acolhedora Zilda Arns, que fará o cadastramento, orientação e avaliação dos padrinhos e madrinhas. Eles poderão participar custeando ou doando materiais e equipamentos, prestando serviços ou até proporcionado às crianças e adolescentes acolhidos passeios e visitas na comunidade. A implementação do Programa de Apadrinhamento em Estância terá seguimento com ações de divulgação junto à comunidade local.

 

“Desde o princípio das discussões no Ministério Público, em 2016, o foco do programa era e inclusão de crianças e adolescentes destituídos do poder familiar recebidos pela Casa Acolhedora Zilda Arns, municipalizando, assim, este tão importante programa já existente em Aracaju. Com essas e outras iniciativas, estamos contribuindo certamente para melhoria da autoestima e alegria das nossas crianças e adolescentes, possibilitando vínculos afetivos e gerando relações de confiança e amor”, enfatizou a Juíza, Tatiany Chagas.Segundo a Promotora de Justiça Carla Rocha Barreto Hora de Lima é uma alegria chegar à fase de capacitação dos colaboradores do projeto. 

 

Estância é o primeiro município de Sergipe a implementar um Programa de Apadrinhamento por meio de uma Lei Municipal. Ele funcionará como um complemento da política municipal de acolhimento, proporcionando convivência familiar e comunitária, auxílio material, acesso a bens e serviços para crianças e adolescentes da Casa Acolhedora Zilda Arns, especialmente aqueles com chances remotas de reintegração familiar. A expectativa é que o programa possa unir a comunidade estanciana em torno da melhoria da qualidade de vida e da promoção dos direitos das crianças e adolescentes acolhidos no município.

Informações adicionais

  • Fotografias: CIJ