A Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) do TJSE, representada pela Corregedora, Des. Iolanda Guimarães, e pelos Juízes-Corregedores, José Adailton Alves e Daniel Vasconcelos, participou do 78º Encontro do Colégio Permanente de Corregedores-Gerais dos Tribunais de Justiça do Brasil (Encoge), realizado em João Pessoa, entre os dias 13 e 15/06.
Algumas práticas de gestão da CGJ/SE foram apresentadas no Encoge, a primeira delas foi a implementação das inspeções periódicas automatizadas, apresentada pelo Juiz-Corregedor José Adailton, que demonstrou como a sistemática de controle vem promovendo melhorias na gestão das unidades judiciárias de Sergipe, por meio de inspeções periódicas, apresentando, ainda, análises estatísticas que explicitaram os avanços nos cumprimentos das Metas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
“Houve aumentos exponenciais, entre os anos de 2016 e 2017. A Meta 1 saltou de quase 30% para mais de 70%, por exemplo”, revelou o magistrado. Ele Também apresentou dados positivos em relação às taxas de congestionamento, treinamentos e demais metas, a partir de programas de controle. “Há um monitoramento das atividades dos juízes, da quantidade de sentenças e despachos, proferidos, inclusive, em fins de semana”, declarou.
Já Capacitação em Gestão, foi apresentada pelo Juiz-Corregedor Daniel de Lima Vasconcelos, que falou das melhorias de desempenho alcançadas na Justiça estadual sergipana, a partir das inspeções trimestrais e de capacitações sobre gestão nas Secretarias e nos Gabinetes. “Ao constatarmos que alguns problemas estavam relacionados à gestão, formatamos uma metodologia de trabalho e passamos a capacitar magistrados e chefes de gabinetes. Ao todo, foram cerca de 30 unidades capacitadas em Gestão de Secretaria e 12, em Gestão de Gabinete. Todas evoluíram o desempenho, consideravelmente, o que nos levou a pensar num planejamento, para levarmos esta capacitação a todas as unidades do interior”.
A principal prática de gestão pontuada pelo juiz foi o trabalho com metas. “É preciso investir e implementar uma cultura de estabelecer metas e o que fazer para atingi-las. Percebemos que, com a capacitação, as unidades passam a racionalizar procedimentos, otimizam a racionalização do tempo e, com isso, conseguem produzir mais e com menor dispêndio de energia”, analisou.
Com informações do TJPB