Como uma das primeiras ações do Grupo Multidisciplinar para Implantação do Escritório de Processos de Trabalho, foi realizada nesta quinta-feira, 26/10, reunião com os servidores capacitados em mapeamento e modelação de processos administrativos na ferramenta de BPMN/Bizagi, denominados “Analistas de Processo de Trabalho”. O objetivo é alinhar a metodologia de implantação e marcar o início do mapeamento dos processos de trabalho dos setores onde estão lotados.
Após a descrição dos principais processos de trabalho realizada por cada um dos setores administrativos, os multiplicadores começarão o mapeamento de um deles, como forma de iniciar o desenvolvimento e aprimoramento no uso do software de modelagem. A ideia é construir gradativamente todos os mapeamentos dos setores.
“O trabalho de mapeamento será muito importante para a instituição, pois quando o conhecimento está documentado é muito mais fácil de ser disseminado. Com isso, é possível padronizar os processos, com todos trabalhando da mesma forma e, assim, identificar pontos de melhoria com o objetivo de otimizar a prestação do serviço”, explicou Aline Maria Paz Silva, servidora da Secretaria de Tecnologia, que é uma das Analistas de Processo que irão mapear os fluxos de trabalho.
O Analista de Sistema e instrutor do curso que preparou os analistas para o uso da ferramenta de mapeamento, Charlton Almeida, destacou que os servidores foram capacitados e neste encontro conheceram a metodologia do Escritório de Processos. “Apresentamos os principais pontos da metodologia e lembramos sobre o que se deve evitar no momento que eles estarão mapeando os processos. A ideia é fazer com que os analistas de processos se sintam mais seguros na utilização do software de Bizagi”.
“Quando conhecemos exatamente o que fazemos e há o compartilhamento disso, naturalmente, vão sendo aprimorados os processos e otimizados os recursos, sejam de pessoas, financeiros e de gestão do tempo”, ponderou o servidor Eduardo Lopes, da Divisão do Portal Corporativo.
Segundo o Diretor de Planejamento do TJSE, Felipe Baptista Prudente, o projeto foi iniciado com a capacitação dos servidores em analistas de processo de trabalho. “Diante da maturidade do projeto e da necessidade de iniciar o mapeamento efetivo dos processos, reunimos os servidores para transmitir como será realizado o trabalho, a construção dos modelos, a entrega e a sua validação, sempre com o suporte do grupo multidisciplinar de implantação do Escritório de Processos”, disse o diretor.
O mapeamento dos Processos de Trabalho permitirá ao Judiciário sergipano:
1. Alinhar todas as rotinas de trabalho ao Planejamento Estratégico;
2. A criação de indicadores e metas na área administrativa;
3. Total transparência e conhecimento dos processos de trabalho;
4. Criará uma memória institucional;
5. Otimizará a gestão de pessoas;
6. Possibilitará a criação de sistemas corporativos.
O Business Process Model and Notation (BPMN), em português, Notação de Modelagem de Processos será a ferramenta organizacional utilizada para a implantação do Escritório de Processos de Trabalho no TJSE, com o uso do software Bizagi.




