Janaina Cruz

Janaina Cruz

Saiu o edital e a Ejuse já está com inscrições abertas para o curso Reta Final Técnico e Analista – Com Resolução de Questões, que será realizado de 7 de abril a 31 de maio de 2014. As aulas ocorrerão de segunda a sexta-feira à noite, das 18 às 22h, e aos sábados, das 8 às 12h, no 7º andar do Anexo I do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe. Inscritos até dia 4 de abril terão desconto especial.

O curso conta com dez disciplinas, são elas: Direito Constitucional; Direito Administrativo; Direito Processual Civil; Direito Civil; Direito Penal; Direito Processual Penal; Português; Informática; Normas de Organização Judiciária e Raciocínio Lógico.

As inscrições devem ser realizadas presencialmente mediante o preenchimento de formulário fornecido pela escola e a apresentação de documento oficial de identificação com foto (RG, CNH, carteira da OAB etc) e CPF.

O curso tem a finalidade de possibilitar o estudo, a preparação e a capacitação dos candidatos a cargos públicos, oportunizando o aprimoramento de seus conhecimentos jurídicos na área.

Para mais informações, clique aqui ou ligue para 79 3226-3166; 3226-3254; ou 3226-3364.

A Presidência do Tribunal de Justiça de Sergipe divulgou no Diário da Justiça de hoje, 1º de abril, o Edital nº 01 TJSE Servidor, de 31/03/2014, do concurso público para ingresso e formação de cadastro de reserva nas carreiras de analista e técnico judicário. As inscrições ocorrerão de 4 a 23 de abril, no site da Cespe. A data provável para aplicação das provas será 15 de junho de 2014. As taxas de inscrição são de R$ 100 para analista e R$ 70 para técnico e devem ser pagas até o dia 16 de maio. Clique aqui e acesse o edital completo.

Confira mais informações:

Formação

Cargo

Área

Especialidade

Remuneração

(R$)

Vagas

 

 

 

 

 

 

 

 

Nível superior

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Analista Judicário

Administrativa

Análise de Sistemas

4.032,45

2

Administrativa

Banco de dados

4.032,45

1

Administrativa/

Judicária

Direito

4.032,45

CR

Administrativa

Redes

4.032,45

1

Administrativa

Segurança da Informação

4.032,45

1

Administrativa

Suporte Técnico em Infraestrutura

4.032,45

1

Administrativa

Webdesigner

4.032,45

1

Administrativa

Telecomunicações

4.032,45

1

Apoio Especializado

Arquitetura

4.032,45

CR

Apoio Especializado

Contabilidade

4.032,45

CR

Apoio Especializado

Economia

4.032,45

1

Apoio Especializado

Engenharia Civil

4.032,45

1

Apoio Especializado

Engenharia Elétrica

4.032,45

1

Apoio Especializado

Estatística

4.032,45

1

Apoio Especializado

Medicina / Medicina do Trabalho

4.032,45

1

Apoio Especializado

Medicina / Psiquiatria

4.032,45

1

Apoio Especializado

Psicologia

4.032,45

1

Apoio Especializado

Serviço Social

4.032,45

CR

Nível médio

Técnico

Judicário

Administrativa / Judiciária

-

2.457,39

17

Administrativa / Judiciária

Programação de Sistemas

2.457,39

3

CR – cadastro reserva

Candidatos com deficiência: 01 vaga para Técnico Judiciário / Área administrativa

Jornada de trabalho: 30 horas semanais para todos os cargos




‘Sistematização das Ações Cíveis Eleitorais’ foi o primeiro tema da sequência de cursos que serão promovidos pela Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse) em convênio com o Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE/SE) e que focarão o assunto eleições. Realizado no auditório do 7º andar do Anexo I do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJSE), o curso teve como ministrante o Professor e Promotor de Justiça do Rio Grande do Sul, Rodrigo López Zilio.

“O objetivo é dar uma visão panorâmica das ações cíveis eleitorais, agrupando os diversos tipos de ações em gêneros conforme o seu objeto (arguir inelegibilidade ou combater os ilícitos eleitorais)”, explicou Rodrigo Zilio, que também coordena a equipe de promotores de Justiça que atua no âmbito eleitoral no Rio grande do Sul.

Segundo ele, o domínio das ações cíveis eleitorais é exigência basilar para a atuação do magistrado na esfera eleitoral, e, com as mudanças ocorridas na legislação em 2013, os magistrados precisam estar atentos às novidades. “A mudança mais significativa nas ações cíveis eleitorais dada pela minirreforma eleitoral é o novo tratamento dispensado ao Recurso Contra a Expedição do Diploma”, destacou o promotor.

Dentre os temas abordados, foram também discutidos Elementos Nucleares do Direito Eleitoral (registro e diploma); Ilícitos Eleitorais: Unicidade de Fato e Multiplicidade de Incidências Fático-Jurídicas e Espécies de Ilícitos Eleitorais; Classificação das Ações Cíveis Eleitorais (quanto ao gênero); Ações de Arguição de Inelegibilidade e Ações de Apuração de Abuso (com e sem cassação do registro ou diploma); Recurso Contra a Expedição do Diploma; Representação por Captação Ilícita de Sufrágio, entre outros também importantes.

Estiveram presentes no curso o Vice-Presidente do TJSE e Diretor interino da Ejuse, Desembargador Edson Ulisses de Melo, a Juíza Federal e membro efetivo da Corte Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Sergipe (biênio 2012/2014), Lidiane Vieira Bomfim Pinheiro de Meneses, o Diretor-Geral do TRE/SE, Pedro Vieira, magistrados e servidores do TJSE e do TRE.

O Juiz de Direito do TJSE, João Hora Neto, e a Juíza Federal Lidiane Vieira Bomfim Pinheiro fizeram o encerramento do curso. ‘Sistematização das Ações Cíveis Eleitorais’ marcou também a continuidade do VII Curso de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados promovido pela Ejuse.​

 

A Diretoria de Gestão de Pessoas do Tribunal de Justiça de Sergipe informa que foi publicado, no Diário da Justiça do dia 26 de março do corrente ano, o Edital de Convocação nº 01/2014 de Estagiários de Nível Médio, objetivando preenchimento de vagas existentes na Comarca de Aracaju e Comarcas do Interior. Os candidatos convocados deverão comparecer pessoalmente ao Palácio da Justiça, na Praça Fausto Cardoso, dia 1º de abril, às 8h30, para apresentação de documentos e providências cabíveis.

Qualquer dúvida, ligar para os telefones 3226-3234 / 3370 / 3165 e 3208.

Dia 31 de março é a última chance para o concurseiro aproveitar o descontão nas turmas de Direito Penal (Parte Geral) e de Processual Penal que iniciam na segunda semana de abril. Presenciais e direcionadas para concurso público, as aulas serão ministradas pelo Delegado Ronaldo Marinho (Penal) e pelo Promotor de Justiça Rogério Ferreira (Processo Penal).

Direito Penal será realizado nos dias 7, 8, 14, 15, 22 e 28 de abril de 2014, das 18 às 22h, totalizando 24 horas de curso. Já Direito Processual Penal ocorrerá nos dias 9, 10, 16, 23, 24, 29 e 30, também das 18 às 22h, contabilizando uma carga horária de 28 horas.

As aulas ocorrerão na Ejuse, localizada no 7º andar do Centro Administrativo Desembargador Antônio Goes (Anexo I), situado à Rua Pacatuba, 55, centro de Aracaju. Mas como será à noite, o acesso ao curso será feito pelo prédio do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, à Praça Fausto Cardoso, 112, centro de Aracaju.

As inscrições devem ser realizadas presencialmente mediante o preenchimento de formulário fornecido pela escola e a apresentação de documento oficial de identificação com foto (RG, CNH, carteira da OAB etc) e CPF.

A Ejuse, por meio da Coordenadoria de Cursos Externos, fornecerá certificado com a respectiva carga horária do curso e desde que o aluno possua o mínimo de 75% de frequência.

Os cursos têm a finalidade de possibilitar o estudo, a preparação e a capacitação dos candidatos a cargos públicos, potenciais servidores públicos, oportunizando o aprimoramento de seus conhecimentos jurídicos na área.

Para mais informações, ligue para 79 3226-3166; 3226-3254; ou 3226-3364. Ou acesse o www.tjse.jus.br/ejuse.

Hostilizado por parentes das vítimas, o mecânico Francisco das Chagas Rodrigues de Brito, de 50 anos, reagiu com xingamentos e tentou agredir uma repórter na manhã desta quarta-feira (26), durante o julgamento pela morte de mais três vítimas, na 1ª Vara de Paço do Lumiar, no Maranhão.

O julgamento só começou após a chegada de uma guarnição da Polícia Militar para garantir segurança do réu e a quem participa do julgamento. Segundo informações de testemunhas, o réu era levado para o Salão do Júri quando foi empurrado pelo parente de uma das vítimas e reagiu, atingindo uma repórter de TV e xingando os presentes.

A juíza Jaqueline Reis Caracas então dispensou a presença do réu, que foi levado de volta para o Presídio São Luís, no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, na capital maranhense. Dez testemunhas foram ouvidas pela manhã, entre elas, o delegado responsável pelo caso, dois peritos criminais e os pais de duas das vítimas. À tarde, será a vez ddos debates entre defesa a acusação.

O julgamento desta quarta é pela morte de Raimundo Nonato da Conceição Filho, de 11 anos, Eduardo Rocha da Silva, 10, e Edivam Pinto Lobato, 12. Os corpos dos dois primeiros foram encontrados em 1997, na Vila Nova Jerusalém, e o terceiro, em uma construção perto da Vila São José, ambas localidades de Paço do Lumiar. As três vítimas estavam com os órgãos genitais e um dos dedos cortados.

É a 11ª vez que Francisco das Chagas vai a julgamento. Ele é acusado de matar e mutilar 42 meninos entre 1991 e 2004. O mecânico responde por 30 mortes no Maranhão e mais 12 no Pará, onde viveu entre 1989 e 1993. Todas as vítimas tinham o mesmo perfil: faixa etária entre 4 e 15 anos de idade e eram de famílias pobres.

As dez condenações anteriores já somam 277 anos de prisão. O "Caso dos Meninos Emasculados", como ficou conhecido, teve repercussão internacional.

Uma auxiliar administrativa receberá indenização por danos morais de R$ 2 mil do Shop Dog (Minas Pet Comércio Ltda.), estabelecimento comercial que trata de animais de estimação (pet shop). O animal, internado para tratamento, foi vendido para terceiros sem autorização da dona. A 17ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais acatou recurso da consumidora e reconheceu os danos morais, além da indenização por danos materiais de R$ 1 mil concedida pela 4ª Vara Cível de Uberaba.


F.R.L. adquiriu o animal da raça yorkshire em 18 de abril de 2011 na Shop Dog, pelo valor de R$ 1 mil, parcelado em seis vezes. Passados três dias, a cadela começou a apresentar sinais de doença e F. a levou de volta ao pet shop, para um tratamento veterinário. No começo de maio o animal adoeceu novamente e permaneceu internado no Shop Dog até 12 de maio, quando a cliente foi avisada de que deveria buscá-lo, porque ele já estava restabelecido.

Devido a compromissos profissionais, a mulher só pôde comparecer ao pet shop quatro dias depois. Quando ela perguntou pelo animal, foi informada pela atendente de que ele havia sido vendido a outra pessoa. A funcionária declarou, ainda, que o estabelecimento não poderia intervir na situação, mas passou o endereço e o telefone dos novos donos do animal, para o caso de F. desejar reavê-lo.

A auxiliar administrativa afirma que o incidente causou sofrimento e angústia principalmente aos dois filhos pequenos, que haviam se afeiçoado ao animal. Ela sustenta, além disso, que o pet shop descumpriu o contrato e frustrou a expectativa da família de possuir um animal de estimação sadio. Com esses argumentos, ela reivindicou, em ação judicial proposta em setembro de 2011, o cancelamento da venda do yorkshire, a suspensão das parcelas pendentes e indenização por danos materiais e morais.

O pet shop contestou afirmando que a mulher não comprovou que a situação tivesse causado danos morais. De acordo com o Shop Dog, o abandono do animal por mais de 20 dias e o fato de F. ter comunicado a atendente, por telefone, em 12 de maio de 2011, que não ficaria com a cadela, levaram a empresa a fechar negócio com outro interessado. O Shop Dog sustentou que poderia ressarcir a antiga dona ou oferecer-lhe outro animal da mesma raça, e alegou que, como a cadela ficou menos de dez dias com a auxiliar e a família, ainda não existia um vínculo afetivo forte entre eles.

Na Primeira Instância, o pedido foi julgado parcialmente procedente em junho de 2013. O pet shop foi condenado a pagar indenização por danos materiais de R$ 1 mil. A cliente, entretanto, recorreu, defendendo que pagou caro pelo animal e que, na condição de consumidora, foi desrespeitada. Ela acrescentou que o estabelecimento era suspeito de submeter os animais a maus-tratos.

O desembargador Luciano Pinto, que analisou o pedido, mostrou-se sensível à argumentação de. F. “Sabe-se que crianças formam poderosas e imediatas ligações afetivas com animais e, desde o primeiro momento, referem-se a eles como membros da família. Explicar a uma criança que o animal, tão sonhado por elas, mal chegou e já está doente, necessitando de tratamento, por si só, já é tarefa árdua a uma mãe; contar que o animal não vai mais voltar, pois foi vendido a outra pessoa, sem seu consentimento, ocasionou à apelante, irrecusavelmente, sofrimento, perturbação e abalo emocional”, afirmou.

Considerando, ainda, que o Shop Dog não comprovou que houve autorização, por parte da antiga dona, para a comercialização da cadela, o relator determinou que a empresa pagasse indenização de R$ 2 mil pela “violação do patrimônio psíquico” da apelante e de toda a sua família. Os desembargadores Márcia De Paoli Balbino e Evandro Lopes da Costa Teixeira partilharam do mesmo entendimento.

O Juiz Marcelo Alberto Chaves Villas, da 2ª Vara da Comarca de Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do Rio, condenou a Editora Globo a pagar R$ 12 mil, a título de danos morais, a uma jovem que teve a foto publicada, sem autorização, juntamente com o ator Kayky Brito, na revista Quem e no site globo.com.

Autora da ação, a jovem conta que as fotos foram feitas na saída da boate Pachá, naquela cidade, no dia 8 de setembro de 2009, e, associadas a um texto depreciativo, teriam sido divulgadas por longos meses no site. A Editora Globo alegou, nos autos, que a autora e o ator não estavam em seu ambiente familiar ou em local reservado, a fim de que fosse preservada a intimidade. Argumentou ainda que estava exercendo seu livre direito de informar.

Para o juiz, a liberdade de imprensa deve ser exercida com responsabilidade. “A própria Constituição Federal também assegura a intimidade, a vida privada e a inviolabilidade da honra e da imagem das pessoas, garantindo o direito de indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação”, afirmou na sentença.

Ainda de acordo com o magistrado, o artigo 186 do Código Civil garante indenização por danos morais. “O direito à intimidade pessoal e à própria imagem ambos formam uma parte dos bens da personalidade que pertence ao âmbito da vida privada. Estes direitos dizem respeito a um espaço de intimidade pessoal e familiar que se pretende proteger de intromissões estranhas e ilegítimas de terceiros”, ressaltou. Cabe recurso da decisão.

Processo nº 0000617-66.2010.8.19.0078

A Escola Judicial do Estado de Sergipe (Ejuse) realizará, na próxima segunda-feira, dia 31, a partir das 14h30, no auditório do 7º andar do Anexo I do Tribunal de Justiça de Sergipe, o curso ‘Sistematização das Ações Cíveis Eleitorais’, que será ministrado pelo Professor Rodrigo López Zilio.

Direcionado para magistrados, o curso marca também a realização do Módulo IV do VII Curso de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados promovido pela Ejuse.

Dentre os temas que serão abordados, destacam-se Elementos Nucleares do Direito Eleitoral (registro e diploma); Ilícitos Eleitorais: Unicidade de Fato e Multiplicidade de Incidências Fático-Jurídicas e Espécies de Ilícitos Eleitorais; Classificação das Ações Cíveis Eleitorais (quanto ao gênero); Ações de Arguição de Inelegibilidade e Ações de Apuração de Abuso (com e sem cassação do registro ou diploma); Recurso Contra a Expedição do Diploma; Representação por Captação Ilícita de Sufrágio, entre outros.

Como ocorrerá à tarde, o acesso à escola será feito pelo edifício do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe, ou seja, pela Praça Fausto Cardoso, número 112, centro de Aracaju. Mais informações pelos ramais da Coordenadoria de Cursos para Magistrados: 3364, 3417 ou 3158.

 

A Coordenaria da Mulher do Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) e o cerimonial do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE) promoveram na manhã da última sexta-feira, 21, a exposição fotográfica “Colorindo a dor”. A mostra foi realizada no Espaço Cultural Ayres de Britto, localizado no hall do TCE.

A exposição marcou a comemoração do mês da mulher e contou com a presença dos conselheiros da corte de Contas, entre eles o conselheiro-presidente Carlos Pinna, da Juíza da Coordenadoria da Mulher, Adelaide Moura e servidores da Casa.

“Colorindo a dor” mostrou no TCE fotos temáticas sobre a violência contra a mulher feitas por fotógrafos do Estúdio D (Osmundo Góis, Thiago Ramos, Larissa Matos, Mariana Pedrosa, Maria de Fátima Nascimento, Edmara da Silva e Cristiani Ludmila). A ideia surgiu da psicóloga Sabrina Duarte, da Coordenadoria da mulher do TJ, que ministrou palestras abordando a temática com o objetivo de sensibilizar e informar os fotógrafos antes das sessões fotográficas.

Um dos fotógrafos, Osmundo Góis, destacou a importância das informações adquiridas nas palestras e explicou que, mesmo sendo homem, sentiu-se tocado pela situação das mulheres agredidas e fez o possível para passar a sua indignação através das câmeras. “As palestras me abriram os olhos para um mundo que eu não era familiarizado. A violência contra a mulher não é apenas física, mas psicológica e sentimental, e nós homens temos que também ajudar a combatê-la”, disse.

Discurso

A abertura do evento foi realizada por Carlos Pinna o qual discursou sobre a importância das mulheres sergipanas, especialmente, as colaboradoras do TCE. “É uma alegria, um privilégio, reunir tantas e tantos de nós aqui para esta exposição. Nós do TCE reconhecemos a mulher sergipana como o valor mais alto que podemos ter em nosso estado”, afirmou.

Em seguida, Pinna presenteou com um buquê de rosas a servidora mais antiga e a mais nova do Tribunal - a bibliotecária Guadalupe Fagundes e a conselheira Susana Azevedo, respectivamente.

Adelaide Moura agradeceu a parceria com o Tribunal de Contas e ressaltou a importância da arte na abordagem de assuntos de cunho social importante, como foi o caso da mostra. “A arte alcança o sentimento, atinge o ser humano de forma que outras ações buscam se aproximar, mas, por não possuírem tal sensibilidade e sutileza não têm o apelo artístico. Embora de forma exteriorizada a violência contra a mulher seja algo brutal, o assunto mexe muito com o íntimo das pessoas, lida com autoestima, sensibilidade, visão de mundo e a arte sabe tratar disso”, concluiu a juíza.

Coordenadoria

A Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça foi criada em 2011 seguindo resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ela é composta por uma estrutura jurídica, psicológica e de assistência social e sua função é elaborar sugestões para o aprimoramento da estrutura do Judiciário na área de combate à violência de gênero e colaborar para a formação especializada de magistrados e servidores na área da prevenção e combate à violência contra as mulheres, entre outras determinadas pela resolução n° 128 de 17 de março de 2011.

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