A Diretoria de Gestão de Pessoas do TJSE alcançou a primeira meta do projeto do Assentamento Funcional Digital, ao concluir a digitalização dos registros funcionais de juízes e desembargadores. Iniciado em 20 de janeiro passado, o projeto contempla a conversão em suporte eletrônico de 3.500 assentamentos de todo o quadro ativo de magistrados e servidores efetivos, comissionados e requisitados.
O objetivo é centralizar os registros funcionais no sistema de recursos humanos (Mentorh) para agilizar buscas de informações; fortalecer a segurança dos dados; bem como otimizar os resultados das rotinas administrativas. Outra vantagem, em breve, será a disponibilidade de consulta pelo próprio titular.
Além da digitalização do legado funcional, os novos documentos tramitados serão escaneados para inclusão imediata no sistema. Além da celeridade, o projeto vai proporcionar economia em escala, reduzindo custos relacionados a insumos como papel, cartuchos de impressoras, e a deslocamentos de documentação, que muitas vezes envolvem o uso de veículos.
A diretora de Gestão de Pessoas, Luciana Nobre, comemorou o avanço alcançado. “É com muita satisfação que a Diretoria apresenta a realização da primeira etapa desse projeto, que é considerado de extrema relevância para a Instituição, principalmente pela qualidade do trabalho com que está sendo realizado”, comentou.
O projeto reúne uma equipe de 11 servidores, divididos em três etapas: na primeira, é realizada a higienização dos assentamentos, com retirada de grampos e clipes, planificação e numeração das folhas; em seguida, ocorre a digitalização propriamente dita; por fim, é avaliada a qualidade de todo o processo.
Os documentos físicos são destinados ao Arquivo Geral do Judiciário, onde cumprirão os prazos legais de temporalidade de guarda, que, no caso dos assentamentos, é de 100 anos depois do desligamento.