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Quinta, 28 Dezembro 2006 15:50

TJ encerra 2006 com 41 inaugurações

A última semana do corrente ano, às vésperas do Ano Novo, é festejada pela entrega de mais dois Fóruns no interior de Sergipe. O Distrito de Santa Luzia do Itanhy e a Comarca de Itaporanga DAjuda receberam novos ambientes para melhor abrigar os serviços da justiça.


Na manhã do dia 28, o TJ esteve no município de Santa Luzia do Itanhy para a entrega do Fórum Des. João Baptista da Costa Carvalho construído dentro dos padrões de qualidade adotado para todo o Estado. É o Programa Todo Município com Justiça que objetiva aproximar os cidadão dos serviços do Poder Judiciário, sobretudo os mais carentes. Ao ingressar na recepção, o usuário se depara com uma logística pronta para oferecer o melhor atendimento possível. Poltronas confortáveis em ambiente claro e arejado proporcionam descanso enquanto se aguarda o atendimento.


Além disso, o Fórum Des. João Baptista da Costa Carvalho foi construído em terreno privilegiado, o qual foi doado pela Prefeitura de Santa Luzia do Itanhy. Na entrada uma suntuosa rampa dá acesso aos cadeirantes e ao chegar na porta do Fórum, juiz, promotor, servidores e jurisdicionados poderão contemplar a riqueza natural deste município.


Dando seqüência, às 15h30min, o Poder Judiciário seguiu para o município de Itaporanga DAjuda, onde seriam abertas as portas de mais uma casa da justiça inteiramente reformada. Todos os ambientes do Fórum Dr. Felisbello Firmo de Oliveira Freire receberam atenção especial, desde o telhado até o piso, os quais foram modificados por completo. Uma nova pintura reveste todo o prédio, a fim de preservá-lo e deixá-lo ainda mais bonito. Além dos investimentos em tecnologia, que dota a secretaria de ilhas com um computador para cada servidor, impressoras e máquinas copiadoras.


Segundo as palavras da desembargadora-presidente do TJSE, Marilza Maynard Salgado de Carvalho, o Programa Todo Município com Justiça "concretiza o propósito Justiça ir até ao jurisdicionado de braços aberto. Ela revelou ainda não se conformar com uma justiça morosa, uma vez que o poder judiciário é uma locomotiva que precisa da participação de todos para funcionar, e funcionar bem e com celeridade".