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Quarta, 04 Julho 2007 11:00

Presidente do TJ participa de comemorações da Marinha do Brasil

Desde o dia 20 de março, a Marinha do Brasil tem promovido uma série de eventos em celebração ao Bicentenário de nascimento do Almirante Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, Patrono da Marinha. Na noite de ontem, 03, um espetáculo da Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, no Teatro Tobias Barreto, foi destaque nas comemorações. A oportunidade também abriu as festividades relacionadas à Emancipação Política de Sergipe.

Ativada em 1970, quando lhe foram incorporados instrumentos característicos de orquestras, a Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais hoje registra a presença de 90 executores e um coro de 25 vozes de reconhecida expressão no cenário musical brasileiro e internacional. Em sua segunda apresentação em Sergipe, a Banda Sinfônica trouxe um repertório recheado com clássicos de Beethoven, Verdi, Puccini, Carlos Gomes, dentre outros. 

Segundo o Capitão dos Portos de Sergipe, Comandante Mauro José Rocha de Araújo, a banda tem comemorado a data magna da Marinha do Brasil em todos os Estados da Federação. Esta é uma das melhores bandas militares do mundo e Sergipe tem o prazer de ver e ouvi-la, ressaltou.

O público sergipano compareceu ao espetáculo e lotou o teatro. O Presidente do Tribunal de Justiça de Sergipe, Desembargador Artêmio Barreto, revelou admiração pela Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais e, inclusive, disse possuir um cd com as músicas executadas pela banda. Para ele, é a oportunidade dos sergipanos acompanharem nota a nota, beleza e graciosidade. É uma apresentação com indumentária impecável e grande diversidade musical, que vai desde os clássicos de Beethoven ao popular Carlos Gomes, destacou o Desembargador-Presidente.

Almirante Tamandaré
Joaquim Marques Lisboa, o Marquês de Tamandaré, é patrono da Marinha do Brasil. Nasceu em 13 de dezembro de 1807, em Rio Grande, data de comemoração do Dia do Marinheiro e Dia de Tamandaré. Popularmente conhecido como Almirante Tamandaré, morreu, no Rio de Janeiro, em 20 de março de 1897. Participou nas lutas da Guerra da Independência do Brasil, na Bahia, da Confederação do Equador e da repressão às revoltas ocorridas durante o Período Regencial: a Cabanagem, a Sabinada, a Farroupilha, a Balaiada e a Praieira. No plano externo, participou da Guerra contra Oribe e Rosas e, com a eclosão da Guerra do Paraguai, comandou as forças navais em operação na bacia do Rio da Prata.