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Quarta, 22 Abril 2026 08:13

Equipes de unidade de acolhimento em Laranjeiras participam de práticas circulares

Equipes de unidade de acolhimento em Laranjeiras participam de práticas circulares

Foi realizado no Fórum da Comarca de Laranjeiras, nos dias 9 e 16/04, o Projeto “Entre o diálogo e a ação (re)construindo laços de convívio”. A iniciativa desenvolvida pelos analistas de Psicologia da Coordenadoria de Perícias Judiciais (Copejud), em parceria com a Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ) e o Centro Judiciário de Justiça Restaurativa de Aracaju (Cejure), visa propiciar a integração dos serviços da rede de atendimento à infância e juventude e melhorar os serviços oferecidos a esse público.

O projeto foi iniciado no ano de 2025, com atividades no município de Japaratuba. Em 2026, o projeto retomou suas atividades com práticas circulares realizadas pelas servidoras Gláucia Nunes e Michelle Cunha, do Cejure. Nessa oportunidade, participaram de práticas circulares 17 funcionários que compõem a equipe do "Abrigo Sagrado Coração de Jesus, em Laranjeiras, unidade de acolhimento institucional responsável pela guarda e pelos cuidados de crianças e adolescentes da região.

As atividades foram desenvolvidas em razão do apoio logístico e institucional do Fórum da comarca, da Secretaria de Assistência Social do município e da coordenadora do Abrigo Andréa Aragão do Nascimento.

“Entre o diálogo e a ação (re)construindo laços de convívio”

Os analistas judiciários da área de Psicologia e Serviço Social da Copejud, entre outras atribuições, realizam acompanhamento das instituições de acolhimento no Estado de Sergipe, atividade. Desse trabalho e da capacitação em práticas restaurativas surgiu o Projeto “Entre o diálogo e a ação (re)construindo laços de convívio”, como uma proposta de realização de práticas circulares com os trabalhadores da rede socioassistencial que atuam nas instituições de acolhimento e casas-lares, visando oferecer momentos que favoreçam o cuidado, a comunicação e as relações interpessoais.

O projeto pretende continuar expandido as atividades pelo interior do estado, visto que as práticas restaurativas são ferramentas de diálogo, integração e fomento da cultura de paz que podem promover a melhoria do clima organizacional, alinhamento das equipes e procedimentos, qualificação do trabalho prestado às crianças, adolescentes e famílias atendidas pelos serviços.

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