Foi realizada nesta segunda-feira, 12/07, a primeira reunião do Comitê de Segurança da Informação do TJSE sob a coordenação do Des. Cezário Siqueira Neto. O encontro foi iniciado com uma explanação sobre os aspectos de segurança dos sistemas informatizados do Judiciário sergipano, inclusive da existência de um Comitê de Crise Cibernética, além da apresentação dos diversos itens técnicos de proteção da rede do TJSE.
Na sequência foi constituída a Equipe de Tratamento de Resposta a Incidentes (ETIR), que será responsável pelo planejamento, coordenação e execução das atividades de tratamento e resposta a incidentes em redes computacionais, além de receber e notificar qualquer evento adverso à segurança da informação, sob suspeita ou confirmado, relacionado às redes de computadores, preservando os dados, as informações e a infraestrutura do TJSE.
“Se antes os sistemas de tecnologia eram essenciais para o Judiciário e para a celeridade processual, agora, com a pandemia, quando tivemos que exercer nossas atividades de forma remota, se tornou a principal engrenagem para o exercício da jurisdição. Nesse sentido, os trabalhos desse comitê, com deliberações sobre investimentos em infraestrutura e segurança, são peças-chaves para a manutenção do Judiciário sergipano como um dos melhores do país”, comentou o Des. Cezário Siqueira Neto.
Durante a reunião também foram tratados temas como a definição de atividades críticas, conforme Portaria 14 de 2021 do TJSE, além de discutir cases de ataques cibernéticos em outras instituições e a criação de uma cartilha sobre Segurança da Informação.
De acordo com a Secretária de Tecnologia da Informação, Denise Martins Moura, a chegada de um desembargador para coordenar o Comitê reforça ainda mais a importância dos sistemas informatizados e a sua segurança para o Poder em si e para os jurisdicionados. “O Des. Cezário Siqueira Neto sempre foi um entusiasta e um estudioso do emprego da tecnologia na Justiça. Agora, como coordenador do Comitê, trará contribuições relevantes para melhorarmos ainda mais nosso ambiente tecnológico”, concluiu.