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Segunda, 11 Fevereiro 2019 11:40

Magistrados do TJSE participam de curso de Formação em Políticas Públicas de Conciliação

Magistrados do TJSE participam de curso de Formação em Políticas Públicas de Conciliação

Os magistrados do Judiciário sergipano participaram nesta segunda-feira, 11/02, do curso de Formação em Políticas Públicas de Tratamento Adequado de Conflitos de Interesse, ministrado pela Conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Desª Daldice Maria Santana de Almeida. A abertura do evento foi realizada pelo Presidente do TJSE, Des. Osório de Araújo Ramos Filho, acompanhado pela Corregedora Geral da Justiça, Desª Elvira Maria de Almeida Silva, e contou também com a solenidade de posse da Desª Ana Lúcia Freire de Almeida dos Anjos como Diretora da Escola Judicial de Sergipe (Ejuse) para o biênio 2019/2021.

Segundo o Presidente do TJSE, é de extrema importância receber a Conselheira Daldice Almeida, responsável no CNJ pelo Movimento Permanente pela Conciliação, para falar sobre políticas públicas de tratamento adequado de conflitos. “É um curso muito interessante e vai fazer com que os magistrados sergipanos aprimorem os seus conhecimentos na área da conciliação/mediação e melhorem ainda mais a jurisdição”, comentou o Des. Osório de Araújo Ramos Filho.

“O instrumento da conciliação é muito importante e o curso trará uma atualização para os magistrados”, explicou o Juiz Manoel Costa Neto.

A Juíza Coordenadora do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), Maria Luiza Foz Mendonça, destacou que a Desembargadora Daldice Almeida tem contribuído muito para a disseminação da cultura da conciliação/mediação. “Neste curso a Conselheira irá compartilhar com os magistrados do TJSE o conhecimento na área e aprofundar a importância da conciliação. Seremos atualizados sobre o que há de mais novo sobre os métodos autocompositivos”.

Para a Conselheira Daldice Almeida, o TJSE atingiu o nível de excelência com a premiação do Selo Diamante, mas a ideia é aprimorar os serviços judiciários de conciliação/mediação com incentivo à cultura do acordo. “Para a eficiência desses serviços é necessária e natural uma capacitação adequada, aquela que seja efetiva e dê aos juízes a capacidade de comunicação para facilitar o diálogo entre as partes”, concluiu a Desembargadora.

 

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