Foi inaugurado no último dia 21, o Centro Administrativo Governador Albano Franco em solenidade festiva muito bem prestigiada por diversas autoridades e um universo jurídico compreendido por magistrados sergipanos e de vários outros Estados.
A solenidade que contou com a presença do Governador do Estado, Albano Franco, foi aberta com o corte da fita simbólica pelo governador, grande homenageado da noite. Em seguida, o Padre Arnóbio Patrício de Melo deu a bênção ao evento. Dando continuidade à cerimônia, o Governador Albano Franco descerrou ainda a placa da construção do Centro Administrativo e a Desembargadora Clara Leite de Rezende descerrou a placa de agradecimento.
O prédio que vai abrigar toda a parte administrativa deste Tribunal de Justiça, é localizado ao lado do Palácio de Justiça Tobias Barreto e foi instalado numa área de 5.750,91m² com área total de 14.035,12m². Para a sua construção, foram investidos cerca de R$ 12.852.931,02.
Segundo o presidente deste Poder, Desembargador José Antônio de Andrade Goes, as novas instalações representam o moderno com modéstia, capaz de atender de forma satisfatória a população sergipana. Declarando que o novo prédio pertence na verdade à sociedade sergipana e não ao Judiciário, o magistrado lembrou ainda que a iniciativa do TJ em construir a nova unidade, teve como principal objetivo facilitar o trabalho dos funcionários da Justiça, além de contribuir para um melhor desempenho das atividades do Poder Judiciário em prol da sociedade. Esse novo prédio representa a modernidade com praticidade e um ganho real para a sociedade, declarou ele.
O Centro Administrativo além de abrigar toda a parte administrativa do Poder Judiciário, vai alojar em seus nove pavimentos e mezanino, banco, restaurante, centro médico odontológico, com dois gabinetes odontológicos e dois gabinetes médicos, além de sala de relaxamento.
Sobre a obra, a engenheira responsável, Rosa Cecília Soares, disse que toda a construção do Centro é totalmente nova, ressaltando que o motivo maior da construção se deu precisamente ao fato do grande crescimento populacional evidenciado nos últimos anos em nossa cidade, o que gerou uma necessidade de espaço maior para que a sociedade pudesse utilizar de forma mais cômoda os serviços que a Justiça oferece.