Imprimir esta página
Terça, 07 Outubro 2008 14:30

Conhecendo a Justiça com alguns cliques

Conhecer a Justiça brasileira ficou muito mais fácil. No dia 17 de setembro, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), foi lançado o site do programa Cidadania e Justiça Também se Aprendem na Escola. A nova página de internet foi criada para expandir o alcance do projeto, permitindo que mais crianças e adolescentes tenham acesso às noções básicas de cidadania, por meio de animações e divertidos jogos. O endereço é www.amb.com.br/cej.

O site disponibiliza o material de apoio do programa, composto pela Cartilha da Justiça em Quadrinhos e pelo Manual do Professor. Por meio da página, os interessados podem ler e fazer o download das publicações gratuitamente.

Os jovens também podem se divertir, aprendendo com seis diferentes jogos. Na brincadeira Caminho da Justiça, por exemplo, o jogador deve andar por um caminho recolhendo os elementos que fazem parte do dia-a-dia do Poder Judiciário. Antes de começar o jogo, a criança aprende o que significa cada símbolo, como a toga, que é usada pelo magistrado como identificação.

Outro elemento que desperta a curiosidade é a deusa da Justiça, Temis, que usa venda nos olhos simbolizando que o juiz não vê quem está em julgamento  não distingue cor, classe social ou beleza.

Animações

Em parceria com a AMB, a Rede Globo de Televisão produziu e veiculou seis vinhetas institucionais com esclarecimentos sobre a Justiça brasileira, ilustradas com os personagens do programa Cidadania e Justiça Também se Aprendem na Escola. Estas animações também podem ser assistidas no site do programa.

O principal objetivo das animações é desmistificar a figura do juiz e traduzir para a população o funcionamento do Poder Judiciário e suas relações com o Executivo e o Legislativo.

Professores

O site do programa também tem um espaço dedicado aos professores. Nele, é possível aprender a montar um júri simulado com as crianças, dividindo as funções de juiz, promotor, advogado, acusado, escrivão, réu, jurados, policiais, vítimas e testemunhas. Além disso, há sugestões de atividades para a aplicação do projeto nas escolas, como teatro de fantoche, jogo de palavras e redação.